Esta decisão deve ser orientada por fatores como: a complexidade e o tamanho da empresa, e a possibilidade de compartilhar conhecimentos, estratégias e investimentos no negócio.
Há quem prefira enfrentar sozinho os desafios que surgirão à frente. No entanto, o mais comum é que o empreendedor procure um sócio. Neste caso, o ideal é que o sócio possua um perfil complementar, que possa unir forças para o sucesso do negócio. A estratégia de buscar um sócio tem como objetivo dar mais segurança à empresa e tem como base a necessidade de manter uma gestão fortalecida. Isso é especialmente importante quando o empreendedor avalia suas limitações com experiências empresariais, assim como com conhecimentos técnicos e aspectos financeiros do negócio. Uma sociedade permite compartilhar decisões e estratégias.
Além disso, a decisão de iniciar uma sociedade não deve focar somente no aspecto financeiro. O melhor é olhar o negócio de modo amplo, para entender como um sócio pode contribuir para seu desenvolvimento. Por isso, listamos alguns aspectos a se considerar se você decidir ter um sócio:
Lembre-se que, quanto mais aspectos forem levados em conta na hora da escolha, maior a chance de êxito da sociedade e, consequentemente, do seu negócio.
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Esse tipo de acordo é comum entre empresas que fazem negociações envolvendo transferência de tecnologia, parceria para desenvolvimento de novos negócios, desenvolvimento de software, contratação de agências de publicidade e processos de compra e venda de empresas. Ou seja, em situações envolvem a revelação de questões estratégicas.
É importante deixar claro, no acordo de confidencialidade, qual é especificamente o segredo que as partes deverão manter (não pode ser algo genérico). Também deve-se especificar o tempo de duração do sigilo. Se a obrigação de sigilo for descumprida, a parte que deixou o segredo vazar poderá ser penalizada, e é possível prever o pagamento de multa.
Startups costumam usar este documento quando vão apresentar seu negócio para um potencial investidor. E com razão. Uma startup é uma empresa recém-nascida e, nessa condição, precisa de cuidados. Os sócios têm orgulho da empresa que criaram, da ideia que tiveram, e querem proteger aquilo que foi concretizado com esforço e trabalho árduo. O problema é quando o acordo de confidencialidade é usado com excessos. Nem tudo em um negócio é sensível. Muitas vezes, é apenas um detalhe que permite que a sua empresa faça algo diferente e melhor do que muitas outras já fazem. E é apenas essa informação que precisa ser protegida.
Um equívoco comum é que empreendedores peçam para os investidores assinarem contratos de confidencialidade antes de passarem qualquer informação sobre seu negócio. Isso pode ser prejudicial porque, se o investidor perceber que aquilo que você quis proteger não era verdadeiramente estratégico, ele poderá fechar as portas para a sua empresa.
A verdade é que, por mais genial que seja uma ideia, ela é apenas uma ideia. E uma ideia abstrata não pode ser patenteada. Então, o que deve ser protegido é o seu diferencial e, para enxergá-lo, o empreendedor precisa ter um planejamento estratégico muito bem desenhado.
Portanto, tendo uma visão bem clara do seu negócio, não tenha receio de pedir que o acordo seja firmado. Afinal, essa prática é muito comum no mercado, quando há um risco real.
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